É necessário saber inglês para aprender a programar?

Não, não é um pré-requisito. Estamos falando em aprender uma linguagem nova, neste caso, a linguagem de programação.

Sim, na linguagem de programação muitos termos são em inglês, mas assim como para aprender português você não precisou saber latim (a língua da qual a língua portuguesa se origina), para aprender Python por exemplo, você não precisa saber inglês.
Inicialmente, ao aprender uma nova língua, simplesmente decoramos os termos até que eles passam a ter um significado para nós. Portanto, o importante é saber a função de cada palavra ou termo na linguagem de programação, seja ele em inglês ou não.

Normalmente usamos muitas palavras em inglês no nosso dia-a-dia e já nem notamos mais que é inglês por estarem já tão inseridas em nosso cotidiano, como por exemplo: game, internet, site, e-mail, selfie, hardware, software, mouse, download… Muitas vezes não temos ideia da definição literal dessas palavras em inglês, mas entendemos o que elas significam e como e quando usá-las, afinal quando falamos do mouse do computador, dificilmente pensamos em um “ratinho”.

É assim também para começar a aprender a linguagem de programação. É provável que nosso interesse por programação, por esta linguagem tão presente, tão futurista, aumente cada vez mais. Saber programar, codificar, hoje é muito importante não apenas pelas novas oportunidades de carreira (afinal faltam muitos profissionais programadores no mercado), mas pela possibilidade de facilitar o seu próprio trabalho atual, aumentar a produtividade, ou até mesmo facilitar a comunicação com outras áreas ou profissionais que possuem conhecimento técnico, como por exemplo o engenheiro da sua empresa.

Portanto, aprender a programar é a ordem natural atual, isto é, não tem como estabelecer comunicação com as máquinas, os computadores, sem nos tornarmos cada vez mais fluentes em linguagem de programação. Então buscaremos mais conhecimento a respeito conforme essa necessidade for se apresentando e já é bem latente né? Isso significa que desenvolveremos naturalmente o interesse por avançarmos o conhecimento pela programação, por conhecermos mais e melhor os elementos, as regras, o inglês inclusive, para podermos criar e programar o cérebro de nossas máquinas, através dos códigos necessários para que elas executem e respondam aos nossos comandos.

Na prática, num futuro bem próximo, abrir a porta de casa ou da geladeira através de um comando programado no computador será algo muito comum. A casa inteligente já é real, e mais inteligente ainda é começar a aprender logo a linguagem da programação.

Por isso, Let’s Code!